Daily Archives: 06/08/2017 11:13 am

A crise não acabou para Temer

 

(matéria de capa da revista Época desta semana)

Na tarde da quarta-feira (2), o presidente Michel Temer estava sentado no sofá da ampla sala de estar de seu gabinete no Palácio do Planalto. Acompanhava o que acontecia dentro da Câmara pela televisão de 72 polegadas e ao telefone, pelos relatos dos ministros que enviou ao plenário para convencer deputados – a todo custo – a livrá-lo de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva. Ficou satisfeito ao acompanhar o desempenho da primeira bancada, de Roraima. O elixir da velha política, composto de liberação de emendas e cargos, surtia efeito. Em junho e julho, Temer havia liberado para cada um dos roraimenses até R$ 10 milhões em emendas. Dos oito integrantes da bancada, obteve apenas um voto contrário. Mas veio a bancada do Rio Grande do Sul para azedar o humor, com xingamentos de “Temer corrupto”, e, o pior, as traições.

O deputado Luis Carlos Heinze, do aliado PP, assumiu o microfone e, para surpresa do presidente, votou por seu julgamento. “Ele esteve aqui comigo! Não vou ficar mais vendo isso”, disse Temer, entre chocado e irritado. Levantou-se do sofá resmungando que não queria mais acompanhar o voto a voto. Deixou na sala alguns correligionários que lhe faziam companhia, como o ministro Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, e Torquato Jardim, da Justiça. Foi para uma sala privada, contígua à sua, menor – e sem TV. Heinze havia estado cara a cara com o presidente, a última visita delas em julho, às vésperas da votação, e jurou-lhe fidelidade. Integrante da bancada ruralista, beneficiada dias antes com uma renegociação de dívida de produtores, o deputado havia tratado com o governo a transferência de R$ 7,8 milhões para suas emendas somente nos últimos dois meses. “Ali é o seguinte. Este voto foi um caso específico. Mas eu voto com o governo. Eu estive com ele, fui ao Banco Central, Planejamento, Conab, mas tudo em nome dos produtores de arroz. Não é nada para mim”, disse, às gargalhadas, ao saber da reação do presidente.

Temer só saiu do isolamento por volta das 20 horas, quando foi avisado que já havia conseguido os 172 votos redentores. Foi um alívio. Ele permanecerá no cargo por pelo menos mais um mês. A próxima batalha deverá acontecer em setembro, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviará nova denúncia à Câmara, desta vez por obstrução da Justiça. Mesmo com um placar mais modesto do que governistas anunciavam – 263 votos favoráveis e 227 contrários –, a vitória custará caro aos brasileiros. Só no mês de julho, foram empenhados mais de R$ 2 bilhões para deputados gastarem em suas bases eleitorais. Nunca foi tão fácil: todo parlamentar que pediu levou. Os acertos seguiram ainda com a votação em curso, a fim de convencer quem ainda se mostrava indeciso. Naquela tarde da quarta-feira, dia 2, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que não foi exonerado do cargo para votar pelo presidente e, portanto, estava investido do poder de chefe da Pasta, transferiu seu gabinete da Esplanada para dentro da liderança do PP na Câmara. “Em vez de receber [parlamentares] lá, eu recebo aqui, ué”, disse a ÉPOCA. E armou ali seu balcão de atendimentos. O deputado Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) chegou ao “puxadinho” de Barros no PP e comentou com funcionários: “As coisas estão caminhando. Tem de insistir sempre, não é?”. Em resposta, ouviu de um servidor: “O líder [Arthur Lira] já falou com ele [Barros]. Está tentando liberar tudo”. O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy(PSDB-BA), também foi enviado ao Parlamento para desempenhar o mesmo papel. Circulou dentro do plenário com uma planilha nas mãos conferindo pleitos dos deputados e computando votos. Negociou ali mesmo, a céu aberto.

Balcão de negócios com recurso público garante vitória governista

 

(Deu na Folha)

 

O governo abriu um balcão de negociação de cargos e emendas dentro do plenário da Câmara em troca de votos para salvar Michel Temer durante a votação da denúncia contra o presidente nesta quarta-feira (2).

 

Durante toda a sessão, ministros e líderes governistas mobilizaram a máquina federal para atender deputados que se comprometessem a rejeitar a acusação.

 

Em poucas horas, o Palácio do Planalto calculava reservadamente que havia conseguido conquistar os votos de mais de 20 “indecisos” ao atender suas demandas.

 

A operação foi ordenada por Temer e comandada pelo ministro tucano Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), cuja pasta é a responsável pela distribuição de cargos e emendas para a base aliada. Ele foi um dos dez ministros que reassumiram seus mandatos na Câmara para votar a favor do presidente e obter votos no plenário.

 

Enquanto deputados discursavam e batiam boca nas tribunas, Imbassahy e outros ministros “despachavam” com os parlamentares nas cadeiras e nos fundos do plenário da Câmara, destravando nomeações e a liberação de verbas públicas. A Folha presenciou diversas negociações ao longo de todo o dia.

 

No final da manhã, Imbassahy e o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais defensores de Temer, passavam em revista uma planilha que listava as emendas que o governo já havia liberado para cada parlamentar.

 

O objetivo, segundo a reportagem apurou, era cobrar fidelidade dos deputados contemplados com dinheiro público que evitavam se comprometer em apoiar Temer.

 

O presidente também escalou ao menos três ministros que não reassumiram mandatos para despachar em tempo real com parlamentares que reclamavam de demandas não atendidas pelo governo.

 

Blairo Maggi (Agricultura), Helder Barbalho (Integração Nacional) e Ricardo Barros (Saúde) foram ao plenário com assessores de seus ministérios e passaram horas atendendo aos pedidos de deputados insatisfeitos.

 

As negociações eram tão explícitas que até deputados da oposição aproveitaram para fazer pedidos aos ministros de Temer. Na hora do almoço, o petista Zé Geraldo (PA) procurou Blairo para cobrar verbas para uma obra em seu Estado.

 

Alguns chegaram a entregar aos ministros seus pleitos por escrito.

 

A maior parte das articulações coube a Imbassahy. O ministro agiu para resolver, dentro do plenário, uma disputa por cargos federais na Paraíba envolvendo parlamentares que ameaçavam votar contra o presidente.

 

Ele transferiu a tarefa ao líder do DEM, Efraim Filho (PB). “Você arbitra essa questão. O que você decidir está resolvido”, disse Imbassahy ao parlamentar paraibano.

 

O deputado Carlos Gaguim (Podemos-TO) chegou a fazer da tribuna da Câmara uma série de pedidos de liberação de emendas ao governo. “Peço e conclamo aos ministros que aqui estão que liberem as emendas, não só para o Tocantins, mas para todo o Brasil, independentemente de questão política”, declarou.

 

A oposição criticou a atuação dos ministros de Temer durante a sessão.

 

“O governo está com um balcão de negócios. Isso é que um escândalo”, disse Henrique Fontana (PT-RS).

 

Para dar segurança aos deputados em relação às promessas feitas em plenário, líderes do governo chegaram a acionar o próprio Temer.

 

Um deputado pediu a Darcisio Perondi (PMDB-RS) para conversar com o presidente por telefone antes de garantir seu voto contra o prosseguimento da denúncia.

Governo tenta apressar reforma da Previdência

 

(jornal o Globo)

 

A vitória do presidente Temer, que teve a denúncia de corrupção passiva contra ele rejeitada pela Câmara, deixou o governo mais confiante na aprovação da reforma da Previdência ainda este ano. Além dos 263 votos pela rejeição da denúncia, o Planalto conta como favoráveis os 19 deputados ausentes e os dois que se abstiveram. Somando esses 284 com os 106 deputados dos 11 partidos que têm ministros mas deram votos contra o presidente, o Planalto calcula que tem um universo de 390 deputados sobre os quais trabalhará em busca dos 308 votos necessários para a aprovação das mudanças nas regras previdenciárias. O presidente Temer mostrou confiança ontem: “Eu me sinto fortalecido para isso (aprovar a reforma da Previdência)” Mas a tarefa do Planalto não será fácil. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), afirmou que a prioridade do Planalto deve ser a recomposição da base, especialmente com a ala dissidente do PSDB, que deu 21 votos contra Temer. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que espera a aprovação da reforma da Previdência até outubro, na Câmara e no Senado.

O rombo da meta moral

 

(Ruth de Aquino, colunista da revista Época)

 

A meta fiscal do governo Temer, um déficit já bilionário, deve ser arrombada em breve. A irresponsabilidade com os gastos públicos continua, junto com o perdão de dívidas, a compra de votos e a farra de emendas. Essa parte da crise é matemática e não tem Henrique Meirelles que dê jeito. A conta das despesas deveria ser de subtração. Virou multiplicação – e deve piorar.

 

Seremos convocados mais uma vez a ajudar o pobre governo e as nobres Excelências a reduzir o vexame do descompromisso com o país. Extorsão seria uma palavra forte demais para definir possíveis aumentos de impostos? Crime seria uma palavra inadequada para qualificar o que pagamos para sustentar um Congresso fisiologista e uma máquina pública obesa, inchada de cargos e mordomias, arrotando torresmos com cachaça?

O rombo da meta moral é o outro lado da mesma moeda. E esse rombo não é matemático. O déficit dos políticos com a sociedade virou saco sem fundo após as duas últimas votações, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e do plenário da Câmara Federal. Nem falo do espetáculo deprimente de dentadas em pixulecos, dinheiro falso jogado para o alto, lutas corporais e até tatuagem com nome do presidente no braço do deputado do Pará Wladimir Costa, acusado de desviar salários com funcionários fantasmas. “Doeu um pouco, mas eu me lembrava do Temer, passava a dor. Cada um com suas paixões.” Só aqui se vê uma cafonice dessas.

O desfecho da votação provocou uma ressaca histórica. O Brasil não esquecerá que a Câmara, com ajuda ostensiva ou omissa de partidos da situação e da oposição, barrou a investigação da denúncia de corrupção contra Michel Temer. A população sabe direitinho que os deputados não tinham a missão de absolver ou condenar o presidente. Eles simplesmente impediram o curso da Justiça, por medo da sentença do Supremo Tribunal Federal e também para salvar a própria pele. O voto foi para abafar o movimento contra a corrupção e dar esperança a bandidos presos.

Ignorou-se assim o maior escândalo já surgido contra um presidente da República no exercício do cargo. Um dossiê envolvendo de gravações a documentos, de delações a malas de dinheiro entregues ao homem de confiança, de encontros clandestinos no Palácio a conselhos nada republicanos. Tudo arquivado até o dia de São Nunca, porque só quem acredita em história da carochinha pensa que, ao sair da Presidência e perder o foro privilegiado, Temer acertará suas contas com a Justiça.

Ao referendar que as volumosas provas contra Temer não passariam de “peça de ficção”, a Câmara mostrou que de “representativa” não tem nada. Temer é rejeitado por mais de 90% de eleitores. O Brasil queria muito que Temer fosse investigado – e não só por não gostar dele. Era por uma questão de isonomia moral. De autoestima. De confiança na Lava Jato. Defender investigação contra quem, se um suspeito de crime de lesa-pátria se safa abrindo o cofre público, com seus malabarismos na língua e nos dedos? O que vale para um deveria valer para todos.

“Não somos salafrários”, afirmou o deputado federal Julio Lopes, do PP do Rio de Janeiro. “Somos Excelências.” Lopes, secretário estadual de Transportes no governo de Sérgio Cabral, foi acusado de ter recebido R$ 4 milhões em propina de duas empreiteiras, a Odebrecht e a Queiroz Galvão. Julio figurava na lista de propinas como “Pavão”, “Bonitinho” e “Velhos”. O Rio lembra como Lopes, em janeiro de 2014, dava gargalhadas com os engenheiros da SuperVia quando um trem descarrilou na Zona Norte, provocando caos na vida dos passageiros. Lopes está indignado com a “criminalização da política” e é a favor de inocentar todos, “seja Lula, seja Temer”.

Em show de hipocrisia, a Câmara arrombou a meta moral do Brasil. Faltam bambu e flechas e assim o “quadrilhão” do PMDB se firma no poder até o fim de 2018. Com a ajuda inestimável de Aécio Neves, como provável coveiro do PSDB. E o silêncio cúmplice de Eduardo Cunha, que não tem nenhum interesse em abrir a boca. Cunha e os outros presos só aguardam a poeira baixar e o vento mudar, tanto na Procuradoria quanto no STF, onde Gilmar Mendes fala cada vez mais alto: “O STF também errou. O Supremo foi muito concessivo, contribuiu com essa bagunça completa. Ficou a reboque das loucuras do procurador (Rodrigo Janot)”.

Vamos ver quem conseguirá resgatar a meta moral do Brasil. A presidente do STF, Cármen Lúcia, já se disse contra aumento salarial de 16% para os juízes num país em crise. No Congresso, não há possibilidade de reforma mental de nossos parlamentares atuais. E ainda falam em parlamentarismo.

 

Prefeito de Patos recebe parlamentares e visita canteiro de obras do Teatro Municipal

 

 

O prefeito de Patos Dinaldinho Wanderley, acompanhou na manhã deste sábado, (5/8), a visita do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e do deputado federal Pedro Cunha Lima(PSDB-PB), que estiveram em Patos visitando algumas obras públicas que estão sendo executadas através de recursos federais destinados por meio de emendas parlamentares.

 

 

Cássio e Pedro Cunha Lima chegaram a Patos por volta das 9:30h e seguiram na companhia de Dinaldinho para a visita as instalações do teatro municipal, porém, antes, a comitiva parou na feira central, onde o prefeito e os palamentares aproveitaram para conversar com feirantes e comerciantes dos mercados Darcílio Wanderley e Juvino Lilioso.

 

 

Logo em seguida, o prefeito Dinaldinho acompanhado pelo senador Cássio e pelo deputado Pedro Cunha Lima, além de vereadores, secretários do governo, auxiliares dos dois parlamentares, visitou o canteiro de obras do Teatro Municipal Ernani Sátyro, local que recebeu uma recente emenda parlamentar de Cássio, no valor de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

 

 

De acordo com o prefeito Dinaldinho Wanderley, ter parlamentares como Cássio e Pedro Cunha Lima comprometidos com as causas sociais de Patos, representa um privilégio para o Município. “Muitos dos nossos projetos esbarram na falta de recursos e por isso, precisamos reconhecer o esforço de Cássio e de Pedro Cunha Lima, para liberar nossas emendas e ajudar a colocar Patos cada vez mais no caminho do desenvolvimento”, afirmou o prefeito.

 

 

O senador classificou a obra do Teatro Municipal como espetacular, não só para Patos, mas para toda a região. “Já garantimos o empenho de R$ 1 milhão de reais para poder reiniciar e concluir a obra, e não só ela, mas também uma emenda de R$ 2 milhões de reais destinada a saúde, além de recursos para pavimentação asfáltica, e o nosso compromisso para a construção do parque de eventos e um hospital que possa realizar as cirurgias eletivas em Patos, uma vez que essa ainda é uma deficiência da saúde local”, comentou Cássio.

 

 

O deputado federal Pedro Cunha Lima, disse também ter se preocupado com as questões sociais de Patos, procurando ajudar a Cássio na liberação de recursos federais para serem utilizados no Município. “O prefeito Dinaldinho tem feito um grande esforço para deixar a cidade com o nome limpo junto ao CAUC, e ter condições de receber recursos oriundos de Brasília. Por isso, temos certeza de que o esforço conjunto entre a equipe administrativa do prefeito e nosso, como parlamentar, fará uma cidade cada vez mais bem representada”, afirmou o deputado.

 

 

A programação na cidade de Patos foi finalizada por volta do meio dia, quando a comitiva seguiu para a cidade de Malta-PB, onde os parlamentares cumpririam uma agenda política.

 

Vereadores fiscalizam reformas no Estádio José Cavalcante em Patos

 

(Assessoria)

 

A Câmara Municipal de Patos, Casa Juvenal Lúcio de Sousa, realizou na manhã desta quinta-feira, 03, inspeções no Estádio José Cavalcante que está passando por reparos e adaptações.

 

A inspeção ocorreu com a presença do presidente da Câmara, Sales Júnior do PRB, e dos vereadores Ferré Maxixe do DEM e Edjane Araújo do PRTB, bem como do Secretário de Esportes do Município, Nalfrânio Sátiro, e membros da secretaria.

 

Os reparos estão ocorrendo para receber as partidas que ocorrerão durante o Campeonato Paraibano da Segunda Divisão.

 

De acordo com o presidente da Câmara, uma das preocupações é o acesso das pessoas com mobilidade reduzida, a instalação de rampas e locais adequados para elas poderem assistir as partidas de futebol.

 

O parlamentar também citou os reparos nas partes hidráulica e elétrica, acesso a cabine de imprensa e revitalização do gramado.

Ministério da Saúde fecha Farmácias Populares em todo o Brasil

 

(Coordecom)

 

O Ministério da Saúde, através da portaria 1.630 de 30 de junho de 2017, fecha a partir desta segunda-feira, (31/07), em todo o Brasil, 393 unidades da rede própria da Farmácia Popular. Em Patos, a unidade que funcionava na Rua Horácio Nóbrega nº 22, desativou seu atendimento, mas tranquiliza a população que pode procurar seus medicamentos de uso contínuo e gratuito através da farmácia básica da Rua Rui Barbosa.

 

Segundo a Gerente de Farmácia do município, Germana Leitão, a população não precisa de se preocupar, pois fica garantida a aquisição de medicamentos, sem prejuízos para a população, na medida em que também será mantida a variante do programa ‘Aqui Tem Farmácia Popular’, a qual oferece medicamentos, gratuitamente, ou com descontos, em redes de farmácias privadas conveniadas.

 

A justificativa do Governo Federal é que poderá destinar o valor “economizado” com a administração das unidades próprias – cerca de R$ 100 milhões por ano – aos Estados e Municípios. O Ministério da Saúde desativou as farmácias próprias, mas as que mantém convênio com o Governo Federal, continuam.

Prefeitura realiza obra de saneamento no Mercado Público do Jatobá

 

(Coordecom)

 

Quem trabalha e frequenta o Mercado público Zezito Moura localizado no bairro do Jatobá, nota uma significativa mudança na aparência e nas condições de trabalho do local, depois que a Prefeitura de Patos realizou uma obra de saneamento nas galerias internas de esgoto que passam por dentro do prédio.

 

O secretário adjunto de Infraestrutura, Antônio de Assis, explicou que o serviço foi feito tanto para corrigir o problema, como também para prevenir que volte a acontecer problemas de retorno dos dejetos da galeria para os corredores do mercado. “Nós fizemos um trabalho lá para evitar retorno da galeria e assim prevenir problemas que aconteciam com o mau cheiro e a invasão de insetos e ratos nos corredores do local”.

 

Segundo o coordenador do mercado, Romildo Gomes, esta era uma reivindicação antiga dos trabalhadores e proprietários de estabelecimentos comerciais no Mercado e, com a conclusão deste problema antigo, os comerciantes esperam um aumento no fluxo de pessoas, contribuindo para o aumento das vendas e renda dos comerciantes.

 

“Aqui era um esgoto a céu aberto, havia apenas uma grade por cima, mesmo assim acontecia do pessoal pisar dentro e tanto os comerciantes como o povo que vinha comprar reclamava muito do mau cheiro e do aparecimento de ratos e baratas que chegavam até a entrar nos boxes”, comentou Romildo.

 

A dona de um restaurante, localizado dentro do mercado, mais conhecida como Lourdinha do Restaurante, comentou que a obra melhorou muito as condições de trabalho no local. “Agora melhorou 100% depois que fizeram essa obra, porque aqui era cheio de baratas e de ratos. Agora a gente não tem mais isso, o mau cheiro também acabou e isso foi muito bom para a gente e para os clientes, porque eles reclamavam muito”.

Secretaria de Saúde de Patos promoverá, entre os dias 7 e 9 de agosto, conferências em saúde e vigilância em saúde

 

(Coordecom)

 

A Secretaria de Saúde de Patos estará promovendo, entre os dias 7 e 9 de agosto, a VII Conferência Municipal de Saúde que trará como tema, este ano, a ‘Participação Social na Educação Permanente do Sistema Único de Saúde-SUS: direitos e deveres’ e, ao mesmo tempo, a I Conferência Municipal de Vigilância em Saúde a qual abordará a ‘Vigilância em Saúde: Direito, Conquista e Defesa de um SUS Público de Qualidade’ como tema principal.

 

As conferências visam criar um momento de debate sobre temáticas pertinentes com representantes de classes ligadas à Saúde em Patos e usuários, bem como escolher os delegados que irão participar da Conferência Estadual de Vigilância em Saúde.

 

“É um evento de grande valor. O objetivo principal da conferência é, acima de tudo, ouvirmos a sociedade, avaliar a situação de saúde, propondo diretrizes para a formulação de políticas para a saúde nos três níveis de gestão, bem como buscar indicadores que possibilitem assegurar a universalidade e a integralidade no atendimento do SUS”, explicou o secretário adjunto, Wendel Palmeira.

 

Abaixo, segue a programação:

ABERTURA

 

07 de agosto – Local: Câmara Municipal dos Vereadores de Patos

18:00 – Credenciamento;

19:00 – Composição da mesa;

20:00 – Abordagem dos temas centrais:

21:00 – Coofee Break

 

VII CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE

 

08 de agosto – Local: Centro de Treinamento Diocesano

07:30 – Acolhimento e credenciamento;

08:00 – Leitura e aprovação do Regimento;

09:00 – Tema Central: “Participação Social na Educação Permanente do Sistema Único de Saúde-SUS: Direitos e Deveres”;

10:00 – Coffe breack;

10:20 – Encaminhamentos dos trabalhos de Eixos;

12:00 – Almoço;

13:30 – Apresentação dos trabalhos de Eixos;

15:00 – Coffee Break;

15:20 – Aprovação das propostas;

17:00 – Encerramento.

EIXOS

1º Eixo: Assistência Farmacêutica;

2º Eixo: Atenção Integral a Saúde;

3º Eixo: Instrumento de Gestão;

4º Eixo: Controle Social.

 

I CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

 

09 de agosto – Local: Centro de Treinamento Diocesano

07:30 – Acolhimento e credenciamento;

08:00 – Leitura e aprovação do Regimento;

09:00 – Tema Central: “Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público de Qualidade”;

10:00 – Coffee Break;

10:20 – Encaminhamento dos trabalhos de Eixos;

12:00 – Almoço;

13:30 – Apresentação dos trabalhos de Eixos;

15:00 – Coffee break;

15:20 – Aprovação das Propostas e escolhas dos representantes delegados que irão participar da Conferência Estadual de Vigilância emSaúde;

17:00 – Encerramento.

EIXOS

1º Eixo: Lugar da Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um SUS Público de Qualidade;

2º Eixo: Responsabilidade do Estado e dos Governos com Vigilância em Saúde;

3º Eixo: Saberes, Práticas, Processo de Trabalho e Tecnologia na Vigilância em Saúde;

4º Eixo: Gestão de Trabalho.

Nova ferramenta de comunicação da Secretaria de Saúde vai beneficiar a população de Patos

 

(Coordecom)

 

Buscando uma maior aproximação com a população de Patos e região que se utiliza dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), através das unidades que fazem parte da rede municipal de Patos, a Prefeitura Municipal criou uma página oficial da Secretaria de Saúde no Facebook.

 

A fanpage, como é mais conhecida entre os usuários do Facebook, será atualizada, diariamente, com matérias oficiais, informativos, orientações sobre os mais variados temas e esclarecimento de dúvidas da população. Divulgará também as campanhas, como as de vacinação, além de outros informativos.

 

De acordo com o secretário adjunto de saúde, Wendel Palmeira, a fanpage vem para, além de aproximar a Secretaria de Saúde cada vez mais da população, trazer uma maior transparência em relação aos serviços prestados.

 

“É uma ponte entre a Secretaria e o usuário do SUS, onde diariamente será atualizada com as nossas ações prestadas à população, atribuições e atividades que a Secretaria desenvolve. Estaremos dispostos a tirar todas as dúvidas da população através da nossa fanpage”, esclareceu.

 

Aqueles que quiserem seguir a página oficial da Secretaria devem acessar: facebook.com/secsaudepatos/  e ficar por dentro das atualizações.