Daily Archives: 08/10/2017 9:02 am

Presidente do Senado visita Feira do Empreendedor em Patos

O prefeito de Patos Dinaldinho Wanderley, recebeu na tarde da última sexta-feira, (6/10), a visita do Senador Cássio cunha Lima, presidente interino do Senado Federal. Dinaldinho esteve acompanhado de alguns secretários de seu governo, além de assessores da comitiva do senador e visitou Stands de vendas e representantes das instituições financeiras presentes no evento.

 

O gestor patoense foi prestigiado pelo Superintendente do Sebrae-PB, Walter Aguiar, onde visitaram as instalações internas e externas da feira, experiências comerciais através de produtores de rebanhos bovinos e produtos da região apresentados pelos produtores.

 

Na ocasião, Cássio concedeu entrevista e explicou a importância da Feira do Empreendedor para a região. “Precisamos criar as condições logísticas, que envolvem a solução do problema hídrico, a produção de energia eólica com parques de transmissão, além da duplicação da BR-230 e a Ferrovia Transnordestina”, são os aspectos principais.

 

Já o prefeito Dinaldinho Wanderley, considerou como de fundamental importância a presença dos nossos principais representantes estaduais durante a Feira do Empreendedor. “Patos tem muito a ganhar com a vinda de nossos representantes, a exemplo de Cássio que está presidente do senado nesse momento e pode ver de perto o evento para conhecer o potencial de Patos e de toda a Região”, condiderou.

 

A presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, Ilda Angélica, esteve fortalecendo o encontro e cobrou dos representantes políticos, empenho na defesa da categoria, destacando a PEC-22: “Esta PEC, vai trazer a correção dessa injustiça com os trabalhadores que são a ponta, bases essenciais na atenção básica do nosso povo brasileiro”.

 

Este ano a feira se encerra neste domingo, 8/10, e teve como tema “O empreendedorismo que se transforma com sustentabilidade”. Durante os quatro dias os participantes vão participar de capacitações sobre abertura de empresas, gestão de negócios, acesso a mercados e ao crédito, novas tecnologias e melhorias para negócios que já estão abertos.

 

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Congresso promulga emenda que veda coligações e estabelece cláusula de desempenho

 

(Agência Câmara)

 

A partir das eleições de 2020, os partidos não poderão mais se coligar na disputa das vagas para vereadores e deputados. Outra regra restringe o acesso dos partidos a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV

 

Em sessão solene na tarde desta quarta-feira (4), o Congresso Nacional promulgou a emenda constitucional que veda as coligações partidárias nas eleições proporcionais e estabelece normas sobre acesso dos partidos políticos aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuito no rádio e na televisão.

 

A emenda (EC 97/2017) é decorrente da proposta de emenda à Constituição (PEC 282/16), aprovada no Senado na noite dessa terça-feira (3).

 

Comentário do programa – Em consequência nas próximas eleições de vereador os partidos não podem se juntar em coligações o que vai dificultar a vida dos partidos pequenos e beneficiar os partidos grandes. Partidos como o PT que conseguem eleger vereadores quando se juntam com partidos grandes poderá ter sérias dificuldades (LGLM)

Senado aprova proposta para novas regras eleitorais, e texto vai à sanção

 

(Agência Câmara)

 

Para ser aplicada na eleição de 2018, norma precisava entrar em vigor até 7 de outubro deste ano. Votação que durou mais de 11 horas na Câmara foi encerrada rapidamente pelo Senado

 

O Senado aprovou, nesta quinta-feira (5), as regras para a distribuição do fundo público para o financiamento de campanhas e o novo teto de gastos eleitorais, aprovados na madrugada de hoje pela Câmara dos Deputados (PL 8612/17). O projeto vai para a sanção presidencial a tempo de ser aplicado nas eleições de 2018 – a data-limite era 7 de outubro deste ano.

 

Os senadores tiraram dois pontos da proposta: a renegociação de multas eleitorais de candidatos e partidos com desconto de até 90%; e os limites para doações de candidatos para si próprios, chamado de autofinanciamento. O texto aprovado na Câmara impunha um limite de R$ 200 mil para uso de recursos próprios de candidatos para cargos majoritários e subtetos para os outros cargos. Sem esses limites, candidatos ficarão livres para financiar suas campanhas até o teto de gastos do cargo.

 

Comentário do programa – Como resultado vamos continuar a ter as campanhas políticas mais caras do universo, mas quem vai pagar a conta somos nós. Os bestas desta história. (LGLM)

O seu a seus donos

 

(Carlos Heitor Cony, escritor e colunista da Folha)

 

Durante os oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, acredito que o tenha criticado duas ou três vezes por semana. Cheguei a escrever, com ilustrações de Angeli, editado pela Boitempo, um libelo intitulado “O Presidente que Sabia Javanês”.

 

Mudando de editora, suprimi esse livro de minha obra, não só pela virulência da linguagem como por atitudes que FHC tomou durante o seu mandato, inclusive a da reeleição.

 

O tempo passou, FHC passou e eu também passei. Candidato a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, tive o prazer de votar nele e dele tive o prazer de ouvir o melhor discurso sobre Joaquim Nabuco, que elogiei fartamente aqui neste canto de página.

 

Não votaria nele para síndico do meu prédio, mas reconheço nele um dos melhores presidentes que o Brasil já teve. Na última semana, embora de uma família de militares, FHC elogiou o silêncio das tropas, que cumpriram um dispositivo tradicional de se considerarem o grande mudo da vida nacional.

 

Não poupou o Judiciário, que ocupou o papel de juiz e verdugo dos corruptos que infestam a atual fase da República. Ele diz que não há um nome de general dando palpites sobre a Operação Lava Jato, função assumida pelo Judiciário, que nem sempre chega a soluções corretas, concedendo habeas corpus, prisões domiciliares e penas absurdas que equivalem a centenas de mortes.

 

O caso de Bolsonaro parece uma exceção. Predomina entre as Forças Armadas uma cautela para impedir os crimes e desmandos do último regime militar. Ponto favorável para FHC e lição que não deve ser esquecida pelos crimes da ditadura de 1964.

 

Ao contrário da ditadura de 1964, não sabemos os nomes de militares que desejam uma volta ao passado, como fazem Bolsonaro e alguns magistrados que se investem de varões de Plutarco.

 

Comentário do programa – Quem deseja a volta dos militares deve ler um pouco da história recente do país. Nossos problemas são muito grandes, com políticos desonestes e magistrados que fazem lá também suas besteiras, nas sentenças que prolatam. Mas as soluções para o Brasil devem ser encontradas dentro da lei. Cada um de nós tem que virar um pregador da força do voto para fazer o país voltar aos trilhos. Podemos reprovar os políticos corruptos e suscitar representantes populares honestos e independentes. Sempre tivemos corruptos, embora tenham proliferado como gafanhotos nos últimos tempos, mas sempre tivemos homens honestos enfrentando estes corruptos. Talvez tenhamos nos corrompido também e por isso tenhamos escolhidos tantos corruptos para nos representarem, mas ainda podemos nos redimir. O caminho não é a volta dos militares nem o voto nulo. O caminho tem que surgir das urnas. Não queremos endeusar FHC, pois ele não merece tanto, mas mostrar que ainda há bom senso em alguns. (LGLM)

Ministério Público não tem poder absoluto

 

(Ricardo Prado Pires de Campos, procurador de Justiça e 2º vice-presidente do MPD – Movimento do Ministério Público Democrático)

 

Recente editorial de relevante diário (*) tece críticas à forma como se organiza e atua o Ministério Público e crava que a instituição detém poder absoluto. A resposta à crítica é muita clara: Não, o Ministério Público não tem poder absoluto. Se tivéssemos poder absoluto, o projeto das Dez Medidas contra a corrupção já estaria aprovado; não com a configuração inicial, mas estaria aprovado.

Se tivéssemos poder absoluto, haveria mais corruptos presos no âmbito da Lava Jato. Se tivéssemos poder absoluto, as fortunas criadas a partir da apropriação ilegal do dinheiro público seriam devolvidas ao Estado, e utilizadas a favor da população. Se tivéssemos poder absoluto, as leis seriam feitas no interesse da sociedade, e não para pagar dívidas de campanha com alguns grupos privados.

Mas, não temos (o poder absoluto).

O Ministério Público não tem poder de decisão sobre os destinos da Nação. O poder está nas mãos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O Ministério Público tem o poder de denunciar. Denunciar a corrupção, denunciar a utilização dos recursos públicos para interesses privados, denunciar os crimes cometidos por uns e por outros, denunciar a destruição de nosso meio-ambiente, denunciar as fraudes eleitorais, denunciar os atos de improbidade administrativa, e muitos outros.

O poder de denunciar não é o poder de corrigir; podemos recomendar, mas não podemos realizar. Todos nossos atos estão sujeitos a controle; nossa ação, ordinariamente, ocorre em processos judiciais, estão sujeitas a fiscalização do Poder Judiciário.

As leis que queremos fazer cumprir foram votadas pelo Poder Legislativo, e aprovadas, sancionadas pelo Executivo. Queremos fazer cumprir aquelas leis que beneficiam a sociedade, queremos fazer cumprir as leis que visam dar condições de vida digna à população.

Os membros do Ministério Público possuem hierarquia administrativa sim, mas possuem autonomia para o exercício de suas funções. Os promotores e procuradores estão subordinados à Constituição Federal, à lei e aos fatos em apuração. Não inventamos acontecimentos, os fatos objetos de processos judiciais são descobertos por investigações realizadas ou por delações de terceiros.

Não criamos as leis com as quais trabalhamos, elas foram elaboradas pelo Legislativo. Sequer fomos instituídos pela nossa própria vontade; fomos instituídos pela Constituinte que representava a população, e que criou uma instituição para fiscalizar os demais poderes constituídos. Não podemos modificá-los; mas podemos denunciar o que não funciona, podemos denunciar o que está errado; e, também, recorrer para as instâncias superiores quando as denúncias não gerarem efeitos.

Sequer temos o poder de escolher nossas próprias cúpulas, quem as escolhe e nomeia é o Poder Executivo, com a aprovação do Legislativo. Sim, gostaríamos muito de escolher nossos líderes, poderíamos ser mais ágeis e mais efetivos.

Quando denunciamos os crimes cometidos por um determinado grupo político, outro grupo adorou, mas quando jogamos luzes sobre outros ilícitos, isso nos transformou em indesejáveis. É verdade, temos desagradado muita gente importante nesses tempos. Não é à toa que alguns querem nos destruir. Mas não fomos nós que criminalizamos a política; foram certos políticos que, infelizmente, transformaram sua atividade em caso de polícia.

Esperemos que as pessoas bem-intencionadas, e elas são muitas, nas mais diversas esferas do poder, público ou particular, ajudem a construir o país que a nação deseja. 
Ajudem a construir um país livre, democrático, mas com justiça social, com amparo aos necessitados, com respeito ao meio ambiente, com perspectiva de futuro. O Ministério Público não tem poderes para fazê-lo, mas podemos ajudar e vamos continuar tentando no exercício de nossas funções: denunciando os atos ilícitos. A lei tem de ser para todos!

Aqui tem farmácia popular

 

       Lembramos aos usuários de remédios fornecidos de graça pelo Governo Federal que estes medicamentos continuam sendo distribuídos gratuitamente pelas farmácias da rede AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR, como é o caso da Rede Mega Pharma que tem lojas no Centro, na rua do Prado, no Belo Horizonte, no São Sebastião e no Jatobá. Nestas e nas outras farmácias da rede AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR você recebe de graça todos os medicamentos distribuídos pelo Governo Federal, mediante a apresentação da prescrição médica e de um documento de identidade. Você pode evitar uma viagem até o Centro da cidade recebendo a medicação aí mesmo em seu bairro.

Por falar nisso, têm aparecido por aí “receitas falsificadas” na tentativa de adquirir medicamentos de uso controlado. Isto é crime a ser  apurado pela Polícia Federal e julgado pela Justiça Federal, podendo ser enquadrado como tráfico de drogas. (LGLM)

Vereadora Edjane Araújo diz que Ricardo Coutinho tem coração de pedra em virar as costas para o Centro de Oncologia

 

(Patos Online)

 

Em entrevista concedida a equipe de jornalismo da Rádio Espinharas na manhã desta segunda-feira (02/10), na solenidade de abertura do Outubro Rosa aqui em Patos, a vereadora Edjane Araújo (PRTB), não poupou críticas ao governador Ricardo Coutinho (PSB), por não ter promovido ainda o funcionamento do Centro de Oncologia de Patos.

 

Segundo Edjane, esse é o momento de união de toda classe política em torno desse objetivo, que é o funcionamento de Centro de Oncologia. Segundo ela, é preciso tentar sensibilizar o governador Ricardo Coutinho, que tem o coração de pedra com relação ao Unacom de Patos.

 

A vereadora era uma das presenças na solenidade, e fez questão de deixar seu testemunhou de como teve, lutou e venceu o câncer.

Patos 114 anos: Orlando Xavier é o vereador mais votado em 17 eleições municipais registradas pelo TRE-PB

 

Por COORDECOM   Segunda-Feira – 2 de Outubro de 2017

 

Com o total de 2.343 votos conquistados e 11,03% dos 21.192 eleitores que votaram válido, o vereador Orlando Xavier possui até o momento a condição de mais votado da história de Patos, sendo o primeiro da história e o único das eleições de 1982, que teve 48 candidatos, a ultrapassar a casa de 2 mil votos.

 

Em dezessete eleições registradas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba-TRE-PB, desde o ano de 1947, Orlando Xavier permanece até hoje como o mais votado da história de Patos e o único candidato a ultrapassar por duas vezes a marca de 2000 votos no Município, uma vez que conseguiu repetir essa marca nas eleições de 2004, quando alcançou a marca de 2072 votos em meio a 66 candidatos.

 

O Baixinho da Bronca Livre, como era conhecido devido ao programa apresentado por ele na Rádio Espinharas de Patos, também disputou outras quatro eleições onde não conseguiu sair vitorioso. A primeira delas em 1988, quando surpreendeu a todos e obteve apenas 237 entre 111 candidatos. As outras três foram em 2000, quando obteve 649 votos entre 95 candidatos. Em 2008, ficou com 1248 sufrágios entre 97 candidatos e em 2012 terminou o pleito com 638 votos entre 166 candidatos.

 

Em toda a história das eleições para vereador de Patos, apenas 7 vezes a marca de dois mil votos foi ultrapassada, fato ocorrido nas eleições de 1982; 2004 e 2008.

 

Comentário do programa – No mês em que se comemora o aniversário da cidade de Patos, o jornalista Genival Júnior que se dedica a pesquisas das coisas de Patos, vem escrevendo uma série de artigos sobre fatos diversos da cidade, nas áreas de política, esporte, economia, história, etc. Com relação à votação de Orlando Xavier, a maior da história da cidade, o jornalista Marcos Nogueira fez algumas ressalvas. Em números proporcionais o mais votado teria sido Lauro Queiroz que obteve 1345 votos em 1951. Já na  nossa época, João Bosco Dias, em 1972, conseguiu 1.782 votos, quase um terço da votação de padre Levi, candidato a prefeito do PMDB que ficou em segundo lugar. Em números absolutos, a votação de Orlando Xavier, de 35 atrás, não foi batida. (LGLM)

Hugo Motta informa que UPA de Patos receberá mais de R$ 1 milhão de reais para custeio

 

(Assessoria)

 

O deputado federal Hugo Motta anunciou que o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, liberou o repasse de R$ 1.200.000,00 (hum milhão e duzentos mil) para a UPA da cidade de Patos.

 

De acordo com o parlamentar, são investimentos importantes para o município. “A luta por investimentos na saúde é constante. Patos está na nossa prioridade, e continuaremos solicitando ao Governo Federal a atenção necessária para os projetos que beneficiem a população”, ressaltou.

 

O Ministro liberou ainda os recursos para as cidades de Bayeux e Sousa. “Agora, os municípios poderão contar com o apoio do Governo Federal para continuarem prestando serviços de qualidade”, informou Ricardo Barros.

 

Comentário do programa – A manchete está correta. Os recursos se destinam a custeio. A matéria dá entender que seriam recursos para investimento o que é diferente de custeio. Custeio são as despesas correntes de manutenção. E acreditamos que o deputado sabe qual é a diferença. E a UPA não receberá um milhão e duzentos mil de uma vez como seria no caso de investimento, mas cem mil reais por mês para manutenção. É uma ajuda, mas muito inferior às despesas de custeio mensal da UPA. (LGLM)

Nacional de Patos nunca perdeu para a Desportiva Guarabira

 

(Portal do Correio da Paraíba)

 

Enquanto a Desportiva se apega ao bom aproveitamento em casa para reverter a desvantagem de dois gols em relação ao Nacional de Patos para o jogo de volta da final da Segunda Divisão do Campeonato Paraibano, o time sertanejo tem mais um dado que o deixa ainda mais favorito ao título. Na história dos confrontos entre as duas equipes, o Verdão Maravilha jamais foi derrotado.

De 2006 (data do primeiro encontro) até aqui, foram 11 jogos, com seis vitórias do Nacional e cinco empates. O Verdão Maravilha tem aproveitamento de 69,6%. O time hoje comandado por Marcos Nascimento também leva vantagem no quesito gols marcados, com 18 a favor e apenas oito contra.

Além do histórico positivo, a grande campanha do Naça na Segundona deste ano é mais um ponto positivo da equipe de Patos. O time disputou nove jogos, com oito vitórias e apenas um empate. Já a Desportiva entrou em campo 11 vezes, com seis triunfos, um empate e quatro derrotas.

Desportiva e Nacional voltam a se enfrentar neste domingo, às 16h, no Estádio Sílvio Porto, em Guarabira, em jogo que vai decidir quem vai levantar o troféu da Segundona. Por ter vencido os 90 minutos por 2 a 0, a equipe sertaneja pode até perder por um gol de diferença que fica com o título.

Comentário do programa – Nacional só ganhou um vez (3 x 0), em 24/01/2007, no Silvio Porto, onde empatou quatro vezes. Um empate e cinco vitórias aconteceram no José Cavalcanti. Lembramos que antigamente quem disputava o campeonato paraibano era o Guarabira, com a retirada do qual surgiu o Desportiva. (LGLM)