Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país
Com experiência na vida pública por ter sido secretário em várias gestões municipais, a exemplo das pastas de planejamento, comunicação e também cultura, o professor e jornalista Misael Nóbrega defende a renovação no legislativo como princípio fundamental das democracias liberais.
“Não falo só em alternância porque ela já ocorre. Na legislatura passada, por exemplo, dos vereadores que concorreram à reeleição apenas 4 retornaram; há que se destacar acima de tudo a falta de representatividade desses políticos, muito mais preocupados com projetos pessoais e de poder, que na própria sociedade que o elegeu”, disse.
Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país. partindo desse pressuposto, pessoas oriundas da sociedade civil e da iniciativa privada têm se reunido em grupos para lançar novos candidatos.
“A população está claramente cansada da casta política que nos governa, mais empenhada em atender a interesses particulares do que públicos. Nada que venha da política parece funcionar: escândalos de corrupção, municípios quebrados, violência urbana e rural, caos na saúde, aumento das desigualdades”, afirmou o pré-candidato.
“Precisamos continuar com os chamados movimentos de renovação, mas sem esquecer que além da alternância é preciso observar atentamente o padrão da classe política para ver se ela não se altera, porque de nada vale mudar os nomes se eles continuarem com as velhas práticas políticas de inoperância e subserviência”, finalizou.
Comentário nosso
“Se com esses políticos não está funcionando, mudemos então os políticos”. Misael Nóbrega defende renovação após oficializar a sua pré-candidatura a vereador em Patos (confira comentário nosso)
Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país
Com experiência na vida pública por ter sido secretário em várias gestões municipais, a exemplo das pastas de planejamento, comunicação e também cultura, o professor e jornalista Misael Nóbrega defende a renovação no legislativo como princípio fundamental das democracias liberais.
“Não falo só em alternância porque ela já ocorre. Na legislatura passada, por exemplo, dos vereadores que concorreram à reeleição apenas 4 retornaram; há que se destacar acima de tudo a falta de representatividade desses políticos, muito mais preocupados com projetos pessoais e de poder, que na própria sociedade que o elegeu”, disse.
Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país. partindo desse pressuposto, pessoas oriundas da sociedade civil e da iniciativa privada têm se reunido em grupos para lançar novos candidatos.
“A população está claramente cansada da casta política que nos governa, mais empenhada em atender a interesses particulares do que públicos. Nada que venha da política parece funcionar: escândalos de corrupção, municípios quebrados, violência urbana e rural, caos na saúde, aumento das desigualdades”, afirmou o pré-candidato.
“Precisamos continuar com os chamados movimentos de renovação, mas sem esquecer que além da alternância é preciso observar atentamente o padrão da classe política para ver se ela não se altera, porque de nada vale mudar os nomes se eles continuarem com as velhas práticas políticas de inoperância e subserviência”, finalizou.
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“Se com esses políticos não está funcionando, mudemos então os políticos”. Misael Nóbrega defende renovação após oficializar a sua pré-candidatura a vereador em Patos (confira comentário nosso)
Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país
Com experiência na vida pública por ter sido secretário em várias gestões municipais, a exemplo das pastas de planejamento, comunicação e também cultura, o professor e jornalista Misael Nóbrega defende a renovação no legislativo como princípio fundamental das democracias liberais.
“Não falo só em alternância porque ela já ocorre. Na legislatura passada, por exemplo, dos vereadores que concorreram à reeleição apenas 4 retornaram; há que se destacar acima de tudo a falta de representatividade desses políticos, muito mais preocupados com projetos pessoais e de poder, que na própria sociedade que o elegeu”, disse.
Pesquisas recentes apontam que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país. partindo desse pressuposto, pessoas oriundas da sociedade civil e da iniciativa privada têm se reunido em grupos para lançar novos candidatos.
“A população está claramente cansada da casta política que nos governa, mais empenhada em atender a interesses particulares do que públicos. Nada que venha da política parece funcionar: escândalos de corrupção, municípios quebrados, violência urbana e rural, caos na saúde, aumento das desigualdades”, afirmou o pré-candidato.
“Precisamos continuar com os chamados movimentos de renovação, mas sem esquecer que além da alternância é preciso observar atentamente o padrão da classe política para ver se ela não se altera, porque de nada vale mudar os nomes se eles continuarem com as velhas práticas políticas de inoperância e subserviência”, finalizou.
Comentário nosso
O jornalista Misael Nóbrega, pré-candidato a vereador em Patos, meteu o dedo na ferida ao abordar a necessidade de renovação na nossa Câmara de Vereadores. Temos uma necessidade urgente de que se faça um renovação na nossa representação na Casa de Juvenal Lúcio de Sousa. Mas adverte que a Câmara tem se renovado apenas numéricamente. Nas últimas eleições só quatro vereadores de reelegeram, mas a qualidade só piorou pois os novatos, de modo geral, não melhoraram o nível dos nossos representantes. O eleitor tem que providenciar a mudança, mas principalmente na qualidade dos vereadores. Nós já tivemos, no passado, vereadores de alta qualidade é tanto que houve quem tenha chegado à Assembléia Legislativa e até à Câmara dos Deputados. O que nunca mais aconteceu. (LGLM)