Muita gente tem reclamado da demora na escolha dos candidatos a vice por parte de diversos pre-candidatos já lançados em Patos. O problema que é que um companheiro de chapa mal escolhido pode derrotar um candidato. Antigamente se dizia que o candidato a vice devia ter ou votos ou dinheiro. Votos para acrescentar à candidatura do candidato a prefeito e dinheiro para ajudar na campanha. Mas já tivemos caso de candidato a vice escolhido por que pretensamente tinha dinheiro e terminou nem ajudando financeiramente e atrapalhando por que seu nome fragilizou um candidato principal que até tinha boa aceitação. No caso atual, talvez não tenha ninguém disposto a gastar dinheiro, até por que com a fiscalização feita por órgão como Justiça Eleitoral, antes e depois das eleições, e Ministério Público, tribunais de contas e outros órgãos fiscalizadores, depois da posse do eleito, ficou cada vez mais difícil recuperar o investimento feito. O que mais passou a pesar foi a capacidade de o vice aportar mais votos. Daí a escolha de parceiros que possam trazer mais votos para reforçar a chapa. Com isso, tanto Naborzinho como Dinaldinho, assim como os demais candidatos vão ficar tentando, até a última hora, atrair parceiros que reforcem a própria votação que são capazes de atrair. São as terceiras, quartas ou quintas forças que possam ajudar no resultado final. Sem dinheiro e sem votos, dificilmente alguém será incluído. A não ser alguém com um carisma muito especial para atrair votos, que não tenha sido testado ainda. Entre os participantes de outras eleições pouquíssimas são as pessoas com capacidade de figurar como “fiel da balança”.